segunda-feira, 21 de setembro de 2009

  1. VIOLÊNCIA NO FUTEBOL
Acompanhei o drama do Reinaldo (Atlético Mineiro); vi o Zico não conseguir jogar o seu futebol em várias oportunidades, assim como Maradona e tantos outros....Enquanto isso os "Pernas de Pau", os "Sarrafeiros" se vangloriavam com suas façanhas.
Ontem, 15.09.09, tivemos mais um (SÓ MAIS UM) exemplo de um fragrante BENEFÍCIO AO INFRATOR, no jogo entre Vasco e São Caetano. Um zaqueiro do São Caetano deu uma "traulitada" no Carlos Alberto e, enquanro o craque Cruzmaltino era atendido fora de campo, o jogo continuou com a equipe do infrator atuando durante alguns minutos com 1 homem a mais, em um fragrante prejuízo ao Clube infringido e benefício ao Clube infrator.

Minha sugestão, parte daí. Claro que arestas existem e deverão ser aparadas pelo técnicos no assunto. Algumas, senão muitas, "mutretas" serão criadas no sentido de se tirar vantagens em cima do Novo Possível Regulamento. Farei comentários a seguir sobre algumas pseudo-situações que imagino poderão ser engendradas.

É a sugestão:

1 - Toda vez que ocorrer uma falta que ocasione o afastamento temporário do atingido para ser atendido fora de campo, o jogador adversário que cometeu a falta TAMBÉM deverá ser afastado do jogo (CARTÃO AZUL), só retornando quando o atingido retornar. Com isso estaríamos acabando com a figura do BENEFÍCIO AO INFRATOR pois o jogo continuará, porém ambas as equipes estarão com menos um jogador.

1-A - Se, em função da falta sofrida houver a necessidade de substituição do atingido, o agressor também deverá ser substituido; (CARTÃO VERDE). O cartão verde eventualmente mostrado a um jogador não o impediria de participar da próxima partida pelo seu Clube, não caracterizando uma EXPULSÃO mas sim uma EXCLUSÃO apenas daquela partida, EXCETO se a situação vier a ser enquadrada no item 1-B, abaixo;
1.A.1 - Caso a equipe do infrator já tenha efetuado as substituições permitidas, esta será penalizada tendo que terminar a partida com menos um jogador. Eventual punição ao jogador agressor, ficaria a critério da Diretoria do Clube;

NB.: Não se descarta a hipótese de uma equipe querer tirar algum proveito desta situação.
Em um exemplo hipotético: o jogador atingido, eventualmente sem grande destaque no seu time seria "instruido" a simular uma contusão que o obrigaria a ser substituido com o INTUITO ÚNICO de a equipe adversária ter que substituir o agressor, visto que, HIPOTETICAMENTE o jogador que cometera a falta fora um MAURO GALVÃO. Claro que seria muito vantajoso substituir um "Zé Ninguém" atingido com a intenção de forçar a substituição daquele zagueirão ou simplesmente levar a equipe adversária a ficar com menos um jogador em campo, no caso de ela já ter feito as substituições legais.
Para uma situação desta, proponho que a decisão fique por conta da arbitragem com a devida assistência dos 2 Departamentos Médicos. Ou seja, o 4º árbitro tomaria a frente da situação a fim de que a partida não seja paralisada e, com o Parecer Profissional dos médicos das duas equipes, tomaria a decisão mais adequada;

1-B - Se em função da falta sofrida o atingido vier a ficar fora dos próximos jogos de sua equipe, o jogador que cometeu a falta TAMBÉM não poderá vir a ser escalado nas próximas partidas do seu Clube, só retornando ao futebol quando o jogador atingido também retornar. A situação financeira (se receberá ou não os salários) ´ficará a critério da Diretoria do Clube. Com isto os Clubes assumiriam uma postura de coibir, ou pelo menos não incentivar, a violência dos seus atletas;
1-C - Em uma situação extrema: se aquele jogador atingido vier a ficar impossibilitado para o futebol em função daquela falta sofrida, tudo devidamente comprovado por Laudos Técnicos Especializados, o jogador agressor deverá ser ALIJADO do futebol. As condições do alijamento do atleta seriam definidas pelo Departamento Jurídico do Clube, com conhecimento da Federação a que o Clube do infrator estiver afeito

8 comentários:

  1. ESSAS SUAS SUGEETÕES SÃO BEM POSITIVAS, SE O FOOTBALL FOSSE UM ESPORTE JUSTO. POIS HOJE EM DIA VEMOS GRANDES CLUBES, COM GRANDES EMPRESÁRIOS E A MÍDIA CONTROLANDO TUDO. POR EXEMPLO AQULE PENALTI Q O JUIZ DEIXOU DE MARCAR CONTRA O VASCO, E OUTRAS JOGADAS Q AJUDAM OS TIMES PAULISTAS A ESTAREM SEMPRE NA MÍDIA. INFELIZMENTE ACHO Q SÓ OS PEQUENOS CLUBES SOFRERIAM SANÇÕES.+ POR OUTRO LADO COM O ESPORTE FICANDO MAIS MODERNO A CADA DIA COM O AUXILIO DA TV, ACHO Q PODERIA DAR CERTO...

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  2. amigo infelizmente o que deveria ser um simples diversão virou um campo de guerra da pra se ver o que fizeram com o onibus do Vasco em Sp com aquele torcedor do Sao Paulo em Brasilia são varios fatos que levam a gente a não acreditar em Justiça por isso eu ensino aos meus filhos a ter amor pela camisa sem violencia infelismente nem todos pensam assim a começar pelos cartolas do nosso futebol bjos

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  3. Caro amigo legislador... desde que me entendo por gente, que gosto de futebol, eu sempre ouvi dizer que esse esporte não é pra moça. Até que em 1981, se não me falha a memória, conheci o RADAR. Para mim foi a primeira equipe de mulheres. Sinal de que o futebol também é pras moças. Bom, sempre fui avesso à violência, em qualquer quadrante. Entretanto, no futebol tem que haver uma certa truculência, aliada à técnica. Quando recebia treinamento do treinador de goleiro, aprendi que ao pular para aparar uma bola alta, devíamos levantar o joelho como escudo, ou seá como ataque? Obviamente que tudo deve ser bem analisado para se tolhir os exageros e as ações propositadas. A "mens legis" do nobre amigo, no que tange a certas faltas em que o agressor continua em campo e o que sofreu a falta tem que receber atendimento fora de campo, fato que prejudica sua aquipe, foi muito bem levantada. Há alguns "animais" que devem se banidos do futebol profissional. Estou me lembrando de um certo "animal" que pisou na mão ou no braço de outro jogador numa atitude realmente criminosa e que foi mostrada para o mundo todo. Em casos assim, o juiz (de futebol) deveria dar uma sentença sumária, banindo tal figura do futebol.

    Um grande abraço.



    Este comentário me foi enviado por e-mail pelo Dr. Eliacy Malta - Advogado - e meu grande amigo de longas datas, a quem agradeço e, com sua permissão, faço inserção a esta matéria.

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  4. Meu caro amigo, participei, vivenciar estadios aqui na Bahia por muitos anos como Chef.da Torc.Org.do Jeqúié, que participou por vários anos no Camp.Bahiano de Futebol Profissional,ASSISTIR,CONVIVI e PRESENCIEI, todo tipo de viôlência, contra torcedor, juiz, jogador, já sair de cidades do interior da Bahia perseguidos p/torcedores locais, MAS NUNCA COMO HOJE QUE IMPERA UMA VIOLÊNCIA DESCOMUNAL, torcedores são mortos, aleijados, ônibus são queimados, as Torc.Org.de hoje, vejam p/seus simbolos independente de qual clube seja instiga o membro a VIOLÃNCIA,o sentido de TORCER apenas, são descartados, até a midia contribue coma violência, recentemente uma rede de TV, poromoveu uma ENQUETE, qual dos dois jogos haveria mais torcedor dentro do estádio, ah! dirão onde está a motivação p/a violência ? Para dentro do estádio não, e no dia a dia, a gozação de uma que teve os seus torcedores em maior quantidade que a outra, gera brigas, chingamentos e ou...
    Ha única diferença como em todo o mundo é a EVOLUÇÃO,MODERNIDADE, INTERNET e a propria MIDIA
    que valoriza muito à violência os poderes públicos, policiais, dirigentes de clubes. Pasme amigo, lembram de Dir.do Atlético(GO), convocando torcedores do "URUBÚ. Que houve nas ruas após o jogo ? Quantas ciladas são convocadas p/Internet ? Os seguranças de cada Torc.Org. parecem mais com o GODZILA, QUE PODEMOS ESPERAR?

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  5. Obrigado, amigo ARGEO.
    De qualquer maneira o que podemos esperar é bom senso das autoridades esportivas e uma mudança radical em algumas regras futebolísticas, afinal, a violência prolatada ocorre de dentro para fora dos jogos de futebol.
    Vc já reparou que só se tem notícias de confronto entre torcedores de JOGOS DE FUTEBOL? Será que esse país é DE FATO apenas o país do futebol?
    Abraços.

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  6. AMIGO...Parabéns!! por sua iniciativa, é uma polemica enorme falar de FUTEBOL, ainda mais em VIOLÊNCIA...Acredito que é uma questão de AMOR...AMOR ao próximo, um espelho da vida, amar o semelhante como a si mesmo, fazer dele nossa imagem...Lidar com uma partida de FUTEBOL como se fosse um dia de sol...amigos...familia...todos reunidos na praia para um dia alegre.
    Quando chegarmos a essa fase ,e FUTEBOL for sinonimo de ALEGRIA...bons ventos virão....
    Um forte Abraço !!!! Suzana Pereira

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  7. Brioso e sapiente Eleilçon,

    Acredito que a implementação das suas idéias cabe uma atenção aprofundada, pois aos meus olhos essas regras podem nortear a mudança do comportamento violento e inaceitável dentro de campo, assim como influenciar para uma tolerância maior junto as torcidas organizadas fora do mesmo. Quem é freqüentador assíduo a estádios de futebol, já teve a má experiência do que começou em campo, se externou para as ruas, causando cenas repugnantes de barbárie inaceitáveis.

    Infelizmente alguns técnicos não têm escalado jogadores de futebol, e sim, verdadeiros gladiadores truculentos, que empobrecem o nosso futebol, exterminando carreiras brilhantes de jogadores habilidosos que poderiam nos dar muitas alegrias e enaltecer ainda mais o futebol brasileiro, no Brasil e no exterior.

    Já mencionado anteriormente, quem não se lembra do futebol maravilhoso e findado precocemente do Zico? Lembra do Mauricinho, atleta do Vasco que atuava pela direita, de dribles desconcertantes e velocidade incomparável? Até encontrar o Jandir do Fluminense, ele era tudo isso. Recentemente temos o caso do Pedrinho, que se despediu do futebol pelo Figueirense. Em 1998, depois de conquistar a Libertadores pelo Vasco, Pedrinho foi convocado para a Seleção Brasileira. Porém, dois dias depois da convocação, rompeu o ligamento cruzado anterior do joelho direito, em um jogo contra o Cruzeiro, em São Januário. Depois disso nunca mais Pedrinho foi o mesmo, ficou marcado como jogador das 1000 contusões. Quem lembra o nome do agressor? Ninguém!

    Enfim, tem que se tomar alguma atitude, é inaceitável ser cúmplice ausente mediante a tamanha selvageria.

    As sugestões acima mencionadas tendem a coibir esses atos criminosos dentro de campo, podendo até amiudar a violência fora dele.

    Mestre, felicitações pela iniciativa!!!
    Alexsander, seu eterno pupilo.

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